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Arquivo para a categoria ‘Music Books’

Luiz Ayrão – Meus Ídolos & Eu


A Editora Scortecci está publicando de Luiz Ayrão – Meus Ídolos & Eu que tem a seguinte sinopse:

Em Meus Ídolos & Eu o autor se coloca, modestamente, na posição mais de fã que de colega, o que não é bem uma verdade, mas esgrime elegância e savoir-faire, poucas vezes encontrada nos egos espaçosos dos astros. Luiz Ayrão destila humor, quase sempre, como no show de Elis no Canecão de São Paulo – que ele fundou.

Recorda eventos que seriam varridos mais cedo, mais tarde, da memória coletiva. Como exemplo, a visita dos dirigentes da SOCINPRO com o cantor Carlos Galhardo ao Presidente João Figueiredo para pedir músicas ao vivo nas casas noturnas, então quase destruídas pela moda da discotèque. Eu, como leitor, já peço e clamo: que venha logo a sequência dessas memórias. Valiosas, necessárias. Além de saborosas e também úteis.
Ricardo Cravo Albin
Jornalista e escritor

Todos que gostam de Música Popular Brasileira, com certeza irão deliciar-se com esta coletânea de divertidas histórias vividas e contadas por algumas das geniais personalidades de nosso universo musical.

O autor Luiz Ayrão abre seu acervo de memórias, reunidas ao longo de 40 anos de vivência no meio artístico e narra de maneira bem-humorada histórias dos bastidores, desconhecidas pelo grande público, as quais presenciou ou soube por colegas de profissão.

Fruto de bate-papos descontraídos entre amigos, o livro relata situações surpreendentes, hilárias – acontecidas durante viagens, gravações e apresentações – vividas por artistas de variados gêneros como Roberto Carlos, Elis Regina, Sargentelli, Tom Jobim, Vinícius de Moraes, Jamelão, Cauby Peixoto, Tim Maia, João Nogueira e pelo próprio Ayrão, dentre tantos. Mais do que revelar o lado sagaz e irônico de artistas conhecidos, a obra resgata fatos que, de outro modo, se perderiam no tempo.

É sobretudo uma homenagem a todos os ídolos de nossa música. Luiz Ayrão, autor de clássicos da música brasileira como Nossa Canção e Ciúme de Você – sucessos na voz de Roberto Carlos – de Porta Aberta, Bola Dividida, O Lencinho e outros tantos, iniciou sua carreira literária em 2004 com o romance O País dos Meus Anjos: da descrença à fé – coincidências, sinais, evidências. Carioca do Lins de Vasconcelos, Portelense de coração, deixou a advocacia pela música e, hoje, comemora 40 anos de carreira, de muitos amigos, muitos sucessos e muitas histórias.

Celso de Campos Jr. – Adoniran – Uma Biografia

A Editora Globo está relançado o excelente livro de Celso de Campos Jr. – Adoniram – Uma Biografia. Eu tive a oportunidade de ler este livro há uns 5 anos, e ele retrata a grandeza de artista do Brasil e do mundo. Veja a sinopse abaixo:

Adoniran Barbosa cantou em versos a alma da cidade de São Paulo. Agora chegou a vez ter a sua própria contada em prosa. “Adoniran – Uma Biografia” apresenta pela primeira vez ao leitor todas as facetas do artista, destaque da época áurea do rádio paulista, ator de cinema e de televisão, astro do picadeiro e notório integrante do panteão do samba nacional. Fruto de três anos de pesquisa do jornalista Celso de Campos Jr., a obra interliga de forma surpreendente a vida e a obra de um multimídia avant la lettre – cuje trajetória confunde-se com a história de São Paulo e do Brasil no século XX.

Selim Rauer – Freddie Mercury

A Editora Planeta está lançando o livro Freddie Mercury, uma biografia de Selim Rauer que tem a seguinte sinopse:

Trajetória de um dos maiores músicos britânicos da história, marcada por muitas polêmicas e um legado eterno.

Ele foi vocalista do Queen, banda que entrou para a história do rock mundial como aquela que sabia fazer um som diferente. Além de uma figura carismática, Freddie Mercury marcou os anos 70 com sua voz e o estilo irreverente de ser. Considerado um dos maiores cantores da história, deixou uma legião de fãs ao morrer em 1991, vítima de AIDS.Nessa biografia, o jornalista Selim Rauer vai além do mito, revelando falhas e segredos de Freddie Mercury.

José Louzeiro – Elza Soares – Cantando para Não Enlouquecer

A Editora Planeta está publicando o livro Elza Soares – Cantando para Não Enlouquecer de José Louzeiro que tem a seguinte sinopse:
A trajetória de uma das maiores musas da música popular brasileira.Ela acaba de receber o prêmio de personalidade representante da raça negra. Sua carreira remonta mais de 40 anos, dos quais viveu 16 ao lado de Garrincha. “Se acaso você chegasse”, seu primeiro sucesso, já evidenciava a voz rouca e vibrante da cantora.Elza Soares – Cantando para não enlouquecer, de José Louzeiro apresenta a trajetória da rainha do drible vocal que teve uma vida marcada por seu estilo exagerado de ser.

José Messias – Sob a Luz das Estrelas Somos Uma Soma de Pessoas

A Editora Madrs está republicando o livro Sob a Luz das Estrelas Somos Uma Soma de Pessoas de José Messias (capa a esquerda) que é um excelente passeio pela histórica da música popular brasileira, posso afirmar pois estou preso ao livro, degustando cada página como se fosse um bom vinho. Veja a sinopse abaixo e capa original da primeira edição a direita.
Pra quem você tira o chapéu? é um quadro criado por José Messias em 1974, para Rádio e Televisão, e apresentado por Raul Gil com sucesso na TV. Está classificado entre os quadros que por mais tempo permanecem no ar.Toquei a vida por música…Ela, a música, é a trilha sonora do meu ser.Primeiro, procurei e achei meus tons e os meus semitons, todos ao alcance de minha voz. Depois, harmonizei-me com o meio (ambiente) e naveguei no espaço livre (horizontal) de minha pauta musical, no tempo certo e compatível com a espécie humana… Obedeci a todos os compassos convenientes ao passo da existência. Sou operário de salário (em sete notas); moedas sonantes.Fiz uma sinfônica de amigos. Sou um arranjador de harmonias.Muitas vezes meu ritmo foi quebrado e os meus instrumentos foram desafinados, por adversidades adversárias, mas minha banda nunca parou de tocar. Reagi, improvisei, acordei muitos acordes. Quando errei, retornei (da capo) ao meu concerto vital.Só não erra quem não tenta. Tentei… Valeu! No máximo não sou o mínimo! – Deus é o meu Maestro!

Sérgio Cabral – Ataulfo Alves – Vida e Obra

A Editora Lazuli/Companhia Editora Nacional está lançando o livro Ataulfo Alves – Vida e Obra de autoria de Sérgio Cabral que tem a seguinte sinpse:

Em 2 de maio de 1909, nascia em Miraí, Zona da Mata mineira, Ataulfo Alves de Souza, o autor de sambas antológicos, que cantavam a vida boêmia, o trabalho e o amor. Em razão das comemorações do centenário de Ataulfo, Sérgio Cabral corrige uma falha que percorre seus 50 anos de jornalismo dedicados à música popular brasileira, especialmente ao samba, e lança o livro Ataulfo Alves: vida e obra (Lazuli/Companhia Editora Nacional). Sérgio Cabral, amigo pessoal de Ataulfo, apresenta neste livro toda a trajetória de vida e as grandes obras que consagraram o compositor como um dos maiores expoentes do samba neste país. Ataulfo emplacou dezenas de sucessos, entre eles Saudade da professorinha, Laranja madura, Mulata assanhada, Oh! Seu Oscar, e, o maior de todos, Ai, que saudades da Amélia escrito em parceria com o ator Mário Lago. A obra mostra que grandes parcerias marcaram toda a carreira de Ataulfo e se transformaram em sucessos populares. Carmem Miranda, por exemplo, gravou uma composição de Ataulfo: Tempo perdido. Ainda desconhecida do grande público, Clara Nunes gravou Você passa, eu acho graça, resultado de uma parceria inusitada com Carlos Imperial. Ataulfo Alves: vida e obra menciona curiosidades como a eleição do cantor, em 1961, como um dos dez homens mais elegantes do Brasil, em um famoso concurso promovido pelo colunista Ibrahim Sued. Além do talento e da elegância, era de uma simplicidade que chegava a ser surpreendente. Outro fato interessante é que Amélia, a personagem da música, existiu mesmo e trabalhou como empregada de Aracy de Almeida. Seu nome completo era Amélia dos Santos Ferreira. Morreu em julho de 2001, aos 91 anos de idade. Por fim, a obra registra toda a musicografia do artista, que ultrapassa 320 composições. É uma das maiores da música popular brasileira em número e também em sucessos. O músico teve atuação de destaque dentro da UBC (União Brasileira de Compositores), forte sociedade de direitos autorais na época. Faleceu no Rio de Janeiro, em 20 de abril de 1969, poucos dias antes de completar 60 anos de idade, de complicações decorrentes da cirurgia de uma úlcera duodenal. Até falecer, Ataulfo continuava em evidência, fato raro entre os compositores de sua geração. Algumas curiosidades:- Mario Lago teria ficado chateado com algumas adaptações feitas por Ataulfo para a letra de Ai que saudades da Amélia. Depois os dois se entenderam. – Ataulfo sonhava com uma carreira de cantor, mas os dirigentes das gravadoras não acreditavam em sua voz. Nessa época predominavam os cantores da escola italiana, de vozes potentes. Depois que ele gravou “Leva meu samba”, as gravadoras viram que era exatamente aquilo que o público queria.- Ataulfo adorava Getúlio Vargas e dedicou várias músicas para ele e para o próprio Estado Novo. – Era um homem de hábitos moderados. Gostava de beber e de fumar, mas bebia pouco e fumava menos ainda. Sua carreira foi marcada por uma consciência profissional muito forte. Ele não tolerava, por exemplo, que os músicos e as pastoras que o acompanhavam andassem mal vestidos.- Foi um dos fundadores na União Brasileira de Compositores e seu diretor durante muitos anos. Vários colegas elogiavam sua atuação na área do direito autoral. Sobre o autor: Sérgio Cabral é jornalista, escritor, compositor e um dos maiores especialistas em música popular brasileira do país. Autor de importantes biografias entre elas a de Antonio Carlos Jobim, Nara Leão, já publicados pela Lazuli/Companhia Editora Nacional. Até o final do ano está previsto o lançamento da biografia de Elizeth Cardoso.

Humberto Gessinger – Pra Ser Sincero

A Editora Bela Letras publicou o livro Pra Ser Sincero de Humberto Gessinger (vocalista e fundador do Engenheiros do Hawaii, Gessinger Trio e agora recentemente do Dueto formado com Duda Leindecker chamado Pouca Vogal) . O livro tem a seguinte sinopse:
Em 11 de janeiro de 1985, mesmo dia da abertura da primeira edição do Rock in Rio, Humberto Gessinger subia ao palco do auditório da Faculdade de Arquitetura da UFRGS de cabelo new wave e bombacha, para o primeiro show de uma banda que tinha nascido para durar uma noite só. Era para ter se chamado Frumelo & Os Sete Belos, mas ninguém gostou, então os integrantes da banda resolveram fazer uma brincadeira com os estudantes de Engenharia e os surfistas que frequentavam o bar da universidade, que estava a pelo menos 100 quilômetros do mar. Engenheiros do Hawaii.
Vinte e cinco anos depois dessa estreia, Humberto Gessinger – que acompanhou todas as formações desde o primeiro show – lança neste livro seu olhar sobre a trajetória do grupo, sobre cada uma das composições e revela curiosidades e bastidores das gravações. Com fotografias inéditas, informações sobre cada um dos discos, letras comentadas e um diário de 1984 a 2009, Pra Ser Sincero é um livro sobre uma banda que era para ter durado uma noite só, mas que acabou escrevendo um capítulo da história do rock brasileiro, mesmo estando longe demais das capitais.

Pery Ribeiro e Ana Duarte – Minhas Duas Estrelas

A Editora Globo lançou há alguns anos e está relançando agora em função do lançamento da minisérie Dalva e Herivelto na Rede Globo, o livro Minhas Duas Estrelas de Pery Ribeiro e Ana Duarte.

Minhas Duas Estrelas, do cantor Pery Ribeiro e de Ana Duarte, é um extenso e detalhado depoimento do primeiro sobre a vida, a obra e a tumultuada relação de seus pais: o compositor Herivelto Martins e a cantora Dalva de Oliveira, duas das maiores personalidades da história da música brasileira, além de figuras centrais da “Era do Rádio” (e que agora serão as grandes personagens da minissérie Dalva e Herivelto: Uma Canção de Amor, a estrear na Globo em janeiro). Ruy Castro, um dos maiores experts de nossa música, assina o prefácio.Filho mais velho do casal, Pery Ribeiro, nascido na pobreza em 1937, narra toda a trajetória de suas “duas estrelas”, sua ascensão, sua consagração, sua separação traumática, seus novos casamentos, entrecruzando as enormes transformações da vida de seus pais com sua própria vida. O resultado é uma narrativa emocionante, que lança luzes inéditas sobre parte importante da história da música brasileira, e à qual não faltam as amantes de Herivelto, os copos de Dalva, as brigas homéricas e tampouco “detalhes quase inconfessáveis”, nas palavras de Ruy Castro. Mas também muito brilho: entre suítes de grandes hotéis, programas de rádio e palcos de cassinos, desfila uma longa lista de nomes famosos, como Dorival Caymmi, Linda Batista, Francisco Alves, Grande Otelo, Orlando Silva, Ciro Monteiro, Emilinha Borba, Pixinguinha, Dick Farney, Nelson Gonçalves, Bing Crosby, Carmen Miranda, Josephine Baker, Noel Rosa, Villa-Lobos, Pixinguinha, Lupicínio Rodrigues, Heitor dos Prazeres, Lamartine Babo, Nat King Cole, Orson Welles, Tom Jobim e Mané Garrincha (o primeiro a chegar ao hospital em que Dalva de Oliveira foi internada, após o acidente que a desfiguraria).Herivelto Martins foi o autor de muitos dos maiores clássicos da música brasileira além de responsável por várias inovações, como a introdução do apito na escola de samba, a gravação em disco da própria obra e a luta pela regulamentação do direito autoral no país. Dalva de Oliveira, além do sucesso internacional (excursiona por Londres – onde canta para a rainha Elizabeth II -, Lisboa, Madri e Barcelona, e faz enorme sucesso na Argentina, no Uruguai e no Chile), no Brasil seria eleita “Rainha do Rádio” em 1951, e se tornaria a grande cantora de uma época glamourosa: “a estrela Dalva”.

Som, Imagem, Ação – Beatriz Coelho e Silva

A Impressão Oficial do Estado de São Paulo, está publicando o livro Som, Imagem, Ação com um perfil de Wagner Tiso de autoria de Beatriz Coelho e Silva que tem a seguinte sinopse:
Não se pode imaginar um filme sem uma bela trilha musica de acompanhamento. É uma verdadeira arte, que no Brasil tem um famoso e importante criador: Wagner Tiso. Não apenas em sua parceria com o Diretor Walter Lima Jr(para quem fez as trilhas de Inocência; Chico Rei; Ele, o Boto; A Ostra e o Vento e Os Desafinados), mas também uma carreira de outros êxitos(são 33 discos) e filmes(O Toque do Oboé; Vida de Menina; O Guarani; o documentário Jango, e sua canção Coração de Estudante).

Máximo Barros – Rogério Duprat – Ecletismo Musical

A Impressa Oficial de São Paulo publicou na Coleção Aplauso Música, o livro Rogério Duprat – Ecletismo Musical escrito Máximo Barros que tem a seguinte sinopse:

Ainda não se fez justiça à importância da obra do maestro Rogério Duprat (1932-2006) na história da música popular brasileira e, principalmente, na criação de trilhas musicais inovadoras para o cinema. Nesta biografia escrita pelo amigo e professor Maximo Barro, conta-se a história deste carioca radicado em São Paulo, de formação erudita, membro-fundador da Orquestra de Câmara de São Paulo