Smile! You’re at the best WordPress.com site ever

Arquivo para a categoria ‘Moacyr Scliar’

Moacyr Scliar – Eu Vos Abraço Milhões


A Cia das Letras está publicando Eu Vos Abraço Milhões de Moacyr Scliar que tem a seguinte sinopse:

A primeira paixão de Valdo foi a leitura. A leitura o aproximou de Geninho. E Geninho o apresentou ao comunismo. A ideia de que a desigualdade fosse uma injustiça e de que houvesse pessoas lutando pelo fim da opressão social mudou a vida do garoto. Decidido a entrar para o Partido Comunista, Valdo abre as porteiras da estância e cai no mundo. Levando poucos pertences e quase nenhum dinheiro, embarca clandestinamente num trem com destino ao Rio de Janeiro.
Na Cidade Maravilhosa, acredita, o lendário líder do Partido, Astrojildo Pereira, haverá de recebê-lo de braços abertos para conduzi-lo em pessoa às fileiras da militância, onde finalmente sua vida ganhará sentido. Mas Astrojildo não está no Rio. Foi a Moscou, sem data para voltar. E Valdo não tem dinheiro. Em vez de lutar para libertar a classe oprimida, torna-se ele próprio um assalariado, operário da construção. Para piorar as coisas, na obra que culminará num imenso ícone da alienação: o Cristo Redentor.
Quadro vívido e fascinante do Brasil na virada para a década de 30, Eu vos abraço, milhões é uma leitura imperdível, que reúne a Coluna Prestes e a Revolução de 30 às reflexões, perplexidades e fantasias de um personagem inesquecível.

Anúncios

Moacyr Scliar – Histórias para (quase) todos os gostos

A L&PM está relançando o livro Histórias para (quase) todos os gostos de Moacyr Scliar, veja sinopse abaixo:
Contos e crônicas de Moacyr Scliar. Suave e às vezes radical, a narrativa de Scliar flui nas páginas deste livro, oscilando entre o cotidiano e o fantástico. O leitor se vê preso às artimanhas do mestre e, quando este se propõe a escrever histórias para (quase) todos os gostos, o resultado é uma viagem ao prazer da leitura. De tudo, um pouco. E para semear o prazer de ler vale tudo. E todos são contemplados: os que gostam de profecias, viagens, fantasias dialéticas, mistérios artísticos, parques de diver­sões, televisores, futebol, gente famosa, temas bíblicos, detalhes eruditos, controle re­moto, automóveis, etc, etc, etc, etc…
Histórias:
“A vaca”
“Na minha suja cabeça, o holocausto”
“O dia em que matamos James Cagney”
“O sindicato dos calígrafos”
“As ursas”
“As pragas”
“A orelha de Van Gogh”
“O velho Marx”
“Trem fantasma”
“Os turistas secretos”
“Cego e amigo Gedeão à beira da estrada”
“Queimando anjos”
“Zap”
“Notas ao pé da página”
“Memórias da afasia”
“O anão do televisor”
“Espaço vital”
“Shazam”
“A noite em que os hotéis estavam cheios”
“O dia seguinte”
“O amante da Madonna”
“Bronze”
“Pênalti”

Moacyr Scliar – Histórias Que os Jornais Não Contam

A Editora Agir está lançando o livro Histórias Que os Jornais Não Contam de Moacyr Scliar que tem a seguinte sinopse:
Neste livro, Moacyr Scliar reúne histórias escritas a partir de fatos cotidianos retratados em notícias de jornal. A imaginação do autor entra nos bastidores não revelados das reportagens. Scliar escreve histórias em que, ao mesclar o real e o virtual, cada acontecimento está cercado de possibilidades.

Moacyr Scliar – O Manual da Paixão Solitária

A Cia das Letras está lançando o novo livro de Moacyr Scliar chamado O Manual da Paixão Solitária, que pode ser encontrado no link da submarino acima, veja a sinopse abaixo:
Retomando o ambiente e a temática de “A mulher que escreveu a Bíblia”, Moacyr Scliar lança um novo romance que reconta de forma inesperada um relato do Antigo Testamento. Num congresso de estudos bíblicos, um famoso professor e sua rival evocam, em momentos diferentes, duas figuras singulares: o jovem Shelá e a mulher por quem ele está apaixonado,Tamar. Os dois vão narrar, de pontos de vista distintos, uma intriga passional que mostra quatro homens e uma mulher às voltas com costumes ancestrais que até hoje governam boa parte da população de nosso mundo e que são fonte de conflitos e tragédias. O primeiro filho de Judá, Er, casa-se com Tamar.Como não a engravida, é castigado por Deus com a morte. De acordo com a tradição, compete ao segundo filho, Onan, assumir o papel do falecido; Onan se recusa a cumprir sua missão por considerá-la humilhante, optando por derramar seu sêmen sobre a terra para que a esposa não conceba herdeiros — e Deus também o pune com a morte. RestaShelá, que o pai não quer entregar a Tamar por temer que o rapaz tenha o mesmo destino dos irmãos. Desqualificada e privada de filhos, Tamar recorre a um ardil que se tornaria lendário e que, recontado aqui na chave do humor, torna-se inesquecível. Grande narrador, Scliar conta histórias que têm o dom do encantamento e do humor, e que lhe permitem explorar os aspectos tragicômicos de uma trama insólita como a de Manual da paixão solitária. Moacyr Scliar nasceu em Porto Alegre em 1937. É autor de oitenta livros em vários gêneros: romance, conto, ensaio, crônica, ficção infanto-juvenil. Suas obras foram publicadas em mais de vinte países, com grande repercussão crítica. Recebeu numerosos prêmios, como o Jabuti (1988 e 1993), o APCA (1989) e o Casa de las Americas (1989). É colaborador em vários órgãos da imprensa no país e no exterior, além de médico e membro da Academia Brasileira de Letras.

Moacyr Scliar – A Voz do Poste

A editora Rocco está lançando A Voz do Poste de Moacyr Scliar que tem a seguinte sinopse:

Com o estilo leve e cativante que lhe é característico, o imortal gaúcho Moacyr Scliar revisita, em A Voz do Poste, temas recorrentes em sua vasta e premiada obra – como a imigração judaica no Brasil e a medicina – para contar a vida de um jovem que ousou acreditar no seu sonho, correr atrás deste ideal e fazê-lo valer a pena, ainda que lutando contra tudo e contra todos. O título é inspirado na trajetória de Maurício Sirotsky Sobrinho, filho de judeu-russos que imigraram para o Brasil, e que se tornou o pioneiro das telecomunicações no Rio Grande do Sul.
Na trama, Scliar apresenta ao leitor a fictícia Santiago do Oeste, no interior gaúcho, onde Josias, o primogênito dos imigrantes judeu-russos Samuel e Raquel, alimenta o desejo de trabalhar numa rádio, como locutor, contrariando os planos do pai de que fosse médico. Sem querer nada com os estudos, o jovem fazia apenas delirar ouvindo as ondas radiofônicas – um desgosto para toda a família, especialmente para Samuel, e que, mal sabia ele, iria metê-lo em grandes confusões. Josias acaba encontrando, então, o apoio que lhe faltava para alçar novos vôos em seu vizinho, Onofre, que fora justamente dono da única emissora de rádio da cidade. Assim, incentivado pelo amigo que dividia a mesma paixão e entusiasmo pelo rádio, o adolescente dá nova vida a um antigo serviço de alto-falantes, instalados nos postes da praça – mais conhecido pelo povo como a Voz do Poste. Um mergulho corajoso, seguindo seu dom, na carreira radiofônica, apesar da contrariedade, olhar atravessado e cara amarrada de seu pai.
Logo, a Voz do Poste cai no gosto da população santiaguense, tão carente de novidades. Notícias, entrevistas, críticas, receitas, música – uma programação variada que agrada em cheio a todos, menos Samuel. Uma inesperada epidemia de varíola, porém, atravessa o caminho da bem-sucedida – ainda que improvisada – rádio de Josias, que acaba virando joguete de cidadãos raivosos e políticos oportunistas, todos contrários à campanha de vacinação e sabedores do poder de alcance daquele veículo. Agora, a figura do doutor Bento, chefe do posto médico de Santiago do Oeste, tão admirado por Samuel, estava em xeque, e ainda mais a de Josias, que precisava tomar partido da situação e enfrentar quem quer que fosse em prol do que era correto. Afinal de contas, a sua voz era a Voz do Poste, falando todos os dias para cada cidadão, e, como tal, deveria ser justa, brava, lutadora, regida pelos princípios da retidão, honestidade e verdade. Assim, quem sabe, Josias conseguiria conquistar a atenção e o respeito do único ouvinte que lhe faltava, o mais importante de todos: seu pai.