Smile! You’re at the best WordPress.com site ever

Arquivo para a categoria ‘Lygia Fagundes Telles’

Lygia Fagundes Telles – Seminário dos Ratos

A Cia das Letras lançou Seminário de Ratos de Lygia Fagundes Telles que tem a seguinte sinopse:
Em Seminário dos Ratos, publicado pela primeira vez em 1977, Lygia Fagundes Telles lança mão de toda a sua maestria narrativa para explorar regiões recônditas da psique e do comportamento humanos. Em várias das suas catorze histórias a autora se aventura pelo fantástico como modo privilegiado de acesso ao real. Mas o fantástico de Lygia recusa as facilidades do chamado realismo mágico, apresentando-se a cada vez de maneira diversa e surpreendente. Alternando tempos narrativos, passando com desenvoltura da primeira à terceira pessoa, usando com destreza o discurso indireto livre, Lygia Fagundes Telles atinge neste livro a proeza de conciliar uma construção literária altamente complexa com uma capacidade ímpar de comunicação com o leitor.

Lygia Fagundes Telles – A Noite Escura Mais Eu

A Cia das Letras lançou A Noite Escura e Mais Eu de Lygia Fagundes Telles que tem a seguinte sinopse:
Publicado originalmente em 1995, A Noite Escura e Mais Eu (título tirado de um verso de Cecília Meireles) enfeixa nove contos breves de alta intensidade dramática e extrema precisão literária. Usando ora a primeira, ora a terceira pessoa narrativa, Lygia Fagundes Telles parece colher sempre suas personagens no contrapé, em situações-limite que revelam o que elas têm de mais secreto e incomunicável. São, em geral, histórias de destinos frustrados em algum momento, seja por circunstâncias externas, seja por traumas e fantasmas interiores. Nestes contos de maturidade, a autora exibe toda a sua maestria narrativa, feita de sensibilidade e sutileza, onde não há lugar para o exibicionismo nem para a vulgaridade.

Lygia Fagundes Telles – As Meninas

A Cia das Letras lançou As Meninas de Lygia Fagundes Telles que tem a seguinte sinopse:
Num pensionato de freiras paulistano, em 1973, três jovens universitárias começam sua vida adulta de maneiras bem diversas. A burguesa Lorena, filha de família quatrocentona, nutre veleidades artísticas e literárias. Namora um homem casado, mas permanece virgem. A drogada Ana Clara, linda como uma modelo, divide-se entre o noivo rico e o amante traficante. Lia, por fim, milita num grupo da esquerda armada e sofre pelo namorado preso.As meninas colhe essas três criaturas em pleno movimento, num momento de impasse em suas vidas. Transitando com notável desenvoltura da primeira pessoa narrativa para a terceira, assumindo ora o ponto de vista de uma ora de outra das protagonistas, Lygia Fagundes Telles constrói um romance pulsante e polifônico, que capta como poucos o espírito daquela época conturbada e de vertiginosas transformações, sobretudo comportamentais.Obra de grande coragem na época de seu lançamento (1973), por descrever uma sessão de tortura numa época em que o assunto era rigorosamente proibido, As meninas acabou por se tornar, ao longo do tempo, um dos livros mais aplaudidos pela crítica e também um dos mais populares entre os leitores da autora.

Lygia Fagundes Telles – Invenção e Memória

A Cia das Letras lançou Invenção e Memória de Lygia Fagundes Telles que tem a seguinte sinopse:
Um baile de faculdade em São Paulo quase no final da Segunda Guerra Mundial; um galo que se deixa morrer de fome depois que seu amigo peru é sacrificado para uma ceia; as relações equívocas entre um velho e um garoto vistos num restaurante; um vampiro norueguês que atravessa os séculos em busca de sua amada, uma índia brasileira. Essas são algumas das histórias narradas neste livro singular, em que uma das maiores escritoras da língua portuguesa entrelaça as potências criativas da memória e da invenção.Alguns dos relatos são mais estritamente autobiográficos, como “Heffman”, lembrança da breve experiência de Lygia no teatro amador paulistano, ou “Rua Sabará, 400”, evocação do dia a dia da autora com seu companheiro Paulo Emílio quando os dois escreviam juntos o roteiro de um filme baseado em Dom Casmurro. Outros se descolam da experiência pessoal para se tornar verdadeiras parábolas morais, como “Se és capaz”, que dá conta da transformação de um adolescente cheio de sonhos num político corrompido e de poucos escrúpulos.Há ainda os contos em que a dimensão da memória parece se desdobrar na da fantasia, como em “A chave na porta”, em que o encontro da narradora com um velho amigo acaba por ensejar uma história de fantasma.Com um misto de serenidade e inquietação, Lygia Fagundes Telles passa em revista descobertas, projetos e desencantos vividos ou imaginados ao longo das décadas. Na linguagem cálida e fluente que a tornou uma das escritoras brasileiras mais amadas pelos leitores, ela funde o cômico e o comovente da experiência humana.

Lygia Fagundes Telles – Ciranda de Pedra

A Cia das Letras lançou Ciranda de Pedra de Lygia Fagundes Telles que tem a seguinte sinopse:
Quando um casal de classe média se separa, a caçula, Virgínia, é a única das três filhas que vai morar com a mãe. É do ponto de vista dessa menina deslocada e solitária que se narram os dramas ocultos sob a superfície polida da família. Loucura, traição e morte são as forças perversas que animam esse singular romance de formação, que já na época de seu lançamento, em 1954, chamou a atenção para o talento e a originalidade da literatura de Lygia Fagundes Telles. Saudado com entusiasmo por intelectuais como Antonio Candido, Paulo Rónai, Otto Maria Carpeaux e Carlos Drummond de Andrade, Ciranda de Pedra mantém-se há meio século como um dos livros mais amados da autora. Sua popularidade é tão grande que rendeu duas telenovelas da Rede Globo, uma em 1981 e a outra em 2008.

Lygia Fagundes Telles – Antes do Baile Verde

A Cia das Letras lançou de Lygia Fagundes Telles o livro Antes do Baile Verde que tem a seguinte sinopse:
Reunião de narrativas escritas entre 1949 e 1969, Antes do baile verde é considerado por muitos críticos o livro de contos literariamente mais bem-sucedido de Lygia Fagundes Telles.As situações narradas são as mais diversas. Em “A caçada”, um homem fica a tal ponto intrigado com uma velha tapeçaria encontrada num antiquário que acaba por mergulhar na cena retratada na peça, como se tivesse participado dela numa outra vida ou numa outra dimensão. Já no macabro “Venha ver o Pôr-do-Sol”, um rapaz leva sua ex-namorada a um jazigo de família abandonado. Conflitos amorosos também são tema de “Apenas um Saxofone”, “Um Chá bem Forte e Três Xícaras”, “O Jardim Selvagem” e “As Pérolas”. Mas o enfoque é sempre diverso e surpreendente. Em “O Menino”, por exemplo, uma infidelidade conjugal é observada de modo oblíquo, pelos olhos de um garoto que vai ao cinema com a mãe.Mas o escopo humano e literário de Lygia não se restringe aos dramas de casais. “Natal na Barca” é uma pequena parábola, com final epifânico. “Meia-noite em Ponto em Xangai” é o balanço que uma prima-dona da ópera faz de sua vida solitária e vazia. Em “O moço do Saxofone” um motorista de caminhão hesita em ir para a cama com uma mulher casada numa pensão de beira de estrada. Em “A Janela”, um louco visita um bordel dizendo que é a casa onde seu filho morreu.Com sua prosa segura e elegante, alternando com desenvoltura gêneros e vozes narrativas, a autora expõe aqui no mais alto grau sua capacidade de seduzir e emocionar o leitor.
“Essas pequenas obras-primas, de tão fremente inquietação íntima e que exalam um desespero tão profundo, ganham a clássica serenidade das formas de arte definitivas.” – Paulo Rónai

Lygia Fagundes Telles – A Estrutura da Bolha de Sabão

A Cia das Letras publicou A Estrutura da Bolha de Sabão de Lygia Fagundes Telles que tem a seguinte sinopse:

Esta reunião de oito contos escritos por Lygia Fagundes Telles em épocas e circunstâncias diversas atesta não apenas a excelência da prosa da autora mas também a sua condição de notável “pesquisadora de almas”, conforme a definiu o crítico Nogueira Moutinho.Os protagonistas destas histórias encontram-se, em geral, numa relação crítica com as pessoas e ambientes que os cercam – e também consigo próprios. Secretos podres familiares, desenganos amorosos, vocações frustradas, o desejo extraviado, nada é confortável nessas narrativas descontínuas, que alternam descrição objetiva, discurso indireto livre e fluxo de consciência, num autêntico tour de force literário. A vida, parece nos dizer a autora, é frágil, fugaz e misteriosa como uma bolha de sabão.