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Kate Morton – O Jardim Secreto de Eliza


A Editora Rocco lançou o livro O Jardim Secreto de Eliza de Kate Morton que tem a seguinte sinopse:

Em 1913, um navio chega à Austrália direto de Londres, trazendo com ele uma menina de quatro anos, absolutamente sozinha, sem um acompanhante adulto sequer. Com ela, apenas uma pequena mala com um livro de contos de fadas. O mistério de quem era a bela garota, que dizia não lembrar seu nome, e de como chegou ao porto, jamais foi desvendado. Em suas memórias ela trazia apenas a imagem de uma mulher que ela chamava de a dama ou a Autora e que dizia que viria buscá-la. Muitos anos depois, em 2005, na cidade australiana de Brisbane, a doce e reservada Cassandra herda de sua avó Nell uma casa na Inglaterra. Surpresa, ela descobre que a casa esconde as origens de sua avó, que foi uma vez a bela menina sem nome perdida no porto.

O jardim secreto de Eliza, da escritora australiana Kate Morton, foi um sucesso em seu lançamento, fazendo parte da concorrida lista de livros mais vendidos do The New York Times. A autora, que estreou na literatura com o best-seller A casa das lembranças perdidas, também publicado no Brasil pela Rocco, conta uma saga que se desenrola por diferentes gerações de mulheres, cada uma guardando segredos, sentimentos e memórias reprimidas.

Enquanto acompanha a viagem de Cassandra para a Inglaterra em busca de suas origens, a autora revela uma trama paralela que se desenrola muitos anos antes do nascimento da menina, quando Nell vê seu mundo cair depois que seu pai revela, às vésperas de seu noivado, que ela não é sua filha verdadeira. A notícia a transforma numa mulher estranha, colecionadora de artigos antigos e raros e que vive numa casa em uma região afastada da Austrália. Seu exílio auto imposto, no entanto, é quebrado quando sua filha deixa a pequena Cassandra a seus cuidados. Revoltada com a filha por ter abandonado a menina, assim como aconteceu com ela quando criança, Nell acaba estreitando laços com a neta.

Um dia, porém, nos idos dos anos 1970, Nell, resolve finalmente reconstituir o caminho de volta a terra de onde veio: Londres. Lá, descobre muitas coisas sobre seu passado, incluindo as lembranças da moça que chamava de A Autora: Eliza Makepeace, uma travessa menina contadora de histórias que tinha sua própria cota de tragédias para viver na Inglaterra da virada do século XIX para o XX. Seria Eliza mãe de Nell? E por que ela a abandonou? Agora, é a vez de Cassandra revirar a pequena mala de segredos da avó e saber o que Nell conseguiu descobrir, se é que ela obteve sucesso em sua busca.

Em seu livro, Kate Morton mostra como o senso de identidade de uma pessoa pode ser frágil, caindo diante de uma revelação, mudando vidas para sempre. Atraída pela Inglaterra Vitoriana e Edwardiana, a autora situa parte da história na Inglaterra do início do século XX, um período de transformações sociais, políticas e econômicas radicais, que põem em xeque a conservadora aristocracia inglesa. No meio de tantas mudanças, cresce a rebelde Eliza, que luta contra a repressão de seus sentimentos e dá vazão à sua imaginação por meio de contos de fadas e de terror. O jardim secreto de Eliza, conta Kate Morton, foi inspirado em uma história de família: quando tinha 21 anos, sua avó soube que não era filha biológica de seu suposto pai. Ela foi tão profundamente afetada por essa notícia que jamais contou isso a ninguém até chegar à velhice, quando revelou tudo para as três filhas. A escritora prometeu criar uma história inspirada no caso da avó.

Kate Morton – A casa das lembranças perdidas

A Editora Rocco está lançando o livro A Casa das Lembranças Perdidas de Kate Morton que tem a seguinte sinopse:
Em 1924, o belo, rebelde e misterioso poeta Robbie Hunter se mata com um tiro durante uma das festas que decretam os últimos suspiros da poderosa aristocracia inglesa. As irmãs Hannah e Emmeline Hartford vêem tudo mas nada podem fazer para evitar o suicídio, que coloca um ponto final num doloroso triângulo amoroso formado por elas e Hunter. A tragédia vai separá-las para sempre e o tempo encobrirá tudo com o véu do esquecimento. Mas um filme sobre os Hartford vem resgatar todos os detalhes de um passado cheio de segredos que permanecem guardados na memória de Grace Bradley, aos 98 anos, única testemunha ainda viva do drama vivido por uma família e das profundas transformações vividas pela sociedade da época. Este é o mote de A casa das lembranças perdidas, surpreendente romance de estréia da australiana Kate Morton, título mais bem-sucedido na Inglaterra desde O código da Vinci, com direitos de tradução vendidos para 29 países. Com mais de 600 mil exemplares vendidos só na Inglaterra, best-seller imediato nos Estados Unidos, Alemanha, França, Itália e Austrália, A casa das lembranças perdidas fala de segredos e de atos terríveis que pessoas comuns são capazes de cometer para libertar-se ou, ao contrário, preservar o status quo. Status a ser mantido de qualquer maneira, principalmente na Inglaterra do início do século XX, um período de transformações sociais, políticas e econômicas radicais, que põem em xeque a conservadora aristocracia inglesa, incapaz de se adaptar aos novos tempos: à ascensão de uma nova classe de gente rica cujo poder é baseado no dinheiro e não na família de nascimento, ao novo papel da mulher que quer – e se vê obrigada a – trabalhar, à destruição e aos traumas causados pela Primeira Guerra Mundial. Em meio a tudo isso, Grace Bradley, a narradora desta história, vai e volta no tempo à medida que sua memória e saúde – já falhas – são testadas pela equipe de filmagem que está produzindo um filme sobre os Hartford e a convida para voltar à imponente mansão da família em Riverton, no condado de Essex. O ano é 1999 e um retorno ao local onde tudo começou desperta nela sensações que já imaginava esquecidas. No passado, Grace fez parte do corpo de empregados da mansão e, como os demais funcionários, tinha como lar o “andar de baixo”, onde os donos jamais pisavam. A separação entre ela e os patrões, no entanto, vai se rompendo quando passa a ganhar tarefas que envolvem um contato cada vez maior com os habitantes do “andar de cima”. Numa de suas obrigações, conhece três jovens moradores de Riverton e sente um elo especial com um deles: Hannah, irmã de Emmeline, a caçula, e de David, o primogênito. A autora alterna a narrativa de A casa das lembranças perdidas em dois tempos e a coloca na visão de Grace e Hannah. Grace, a menina pobre e recatada, com um desejo profundo e aparentemente sem explicação de tornar-se eternamente ligada a Hannah, à custa de qualquer outro relacionamento. Uma lealdade que vai permiti-la testemunhar e a encobrir as desventuras da patroa. Já Hannah, jovem aventureira com idéias libertárias e emancipadas, obrigada a tornar-se uma dona-de-casa casada e infeliz, mas cujos desejos reprimidos vão levá-la à tragédia que se conclui na fatídica noite de verão de 1924. Kate Morton dá a cada um de seus personagens uma personalidade marcante. Além da dupla de protagonistas, há Emmeline, a animada menina que adota o papel de socialite festeira; David, que tem sua vida tomada nos campos de combate da França durante a Primeira Guerra Mundial; Alfred, o amado de Grace, que volta da guerra sem a energia e a jovialidade que impressionaram a jovem arrumadeira; e Robbie, o amigo de David, outro sobrevivente, que, no futuro, vai protagonizar uma triste e perturbadora história de amor com Hannah. Ao redor deles, um mundo de hipocrisia e segredos que vão sendo revelados a cada página deste romance.