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Arquivo para a categoria ‘Jorge Amado’

Jorge Amado – O Menino Grapiúna

A Cia das Letras está lançando O Menino Grapiúna de Jorge Amado que tem a seguinte sinopse:

No sul da Bahia, o menino Jorge Amado testemunhou o nascimento de cidades, as guerras pela posse da terra, o florescimento de uma cultura e de uma mitologia. Nesse mundo rude conturbado, de muita vitalidade e quase sem lei, forjaram-se a sensibilidade e os valores do futuro escritor.Esse processo de formação, entre jagunços, coronéis, malandros e prostitutas que serviriam de modelo a muitas de suas criações literárias, o autor evoca aqui com as cores vivas e o humor caloroso a que estão habituados seus leitores.São personagens inesquecíveis, como o aventureiro tio Álvaro Amado, que o levava às mesas de jogatina e aos bordéis; o jagunço José Nique e o padre Cabral, que apresentou ao pequeno Jorge as Viagens de Gulliver e os livros de Charles Dickens.Jorge Amado também adquiriu nesses primeiros anos seu inquebrantável amor pela liberdade, sobretudo quando se viu privado dela, ao ser enviado a um internato jesuíta.Não por acaso, estas breves memórias se encerram com a fuga espetacular do internato: “Fugi no início do terceiro ano, atravessei o sertão da Bahia no rumo de Sergipe, iniciando minhas universidades”. O aprendizado elementar da vida já estava completo, e é ele que Jorge resgata neste livro encantador, publicado originalmente em 1981.

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Jorge Amado – O Sumiço da Santa

A Cia das Letras está republicando O Sumiço da Santa de Jorge Amado que tem a seguinte sinopse:

Às vésperas da abertura de uma grande exposição de arte sacra, chega a Salvador, vinda de Santo Amaro da Purificação, uma preciosa imagem de santa Bárbara. Assim que desembarca na capital, a santa desaparece, deixando polícia, autoridades e imprensa em polvorosa.

Publicado originalmente em 1988, O sumiço da santa narra os dois dias que se seguem ao misterioso desaparecimento da imagem. Para complicar o caos reinante, uma equipe da televisão francesa chega a Salvador para rodar um documentário sobre a cultura baiana, o que acaba suscitando um Carnaval fora de época, com direito a trio elétrico, sessão de candomblé e festival de capoeira.
Com maestria, Jorge Amado entrelaça inúmeras histórias, misturando personagens fictícios com ícones da cultura baiana – todos movendo-se freneticamente sob a égide de Iansã/santa Bárbara. O eixo narrativo, paralelamente ao sumiço da santa, é o embate entre duas mulheres notáveis: a católica e puritana Adalgisa, filha de negra com espanhol, e sua fogosa sobrinha adolescente Manela, adepta do candomblé.
Qualificado de “história de feitiçaria” por seu autor, o livro merece figurar ao lado de Os pastores da noite e Tenda dos milagres como um dos grandes libelos de exaltação do sincretismo religioso e da mestiçagem cultural.

Jorge Amado – Tenda dos Milagres


A Editora Record publicou há alguns anos, o livro Tenda dos Milagres de Jorge Amado que já tem um nova edição da Cia das Letras, veja a sinopse abaixo:

Sobre o pano de fundo da discussão das teorias raciais que infestaram os meios intelectuais brasileiros no começo do século XX, o escritor compõe uma história viva da cultura popular baiana e discute a reconstrução deturpada do passado pelos detentores do poder político, intelectual e econômico.

Jorge Amado – São Jorge dos Ilhéus


A Editora Record publicou há alguns anos, o livro São Jorge dos Ilheús de Jorge Amado que brevemente terá nova edição da Cia das Letras, veja a sinopse abaixo:

O romance foi escrito para ser uma continuação de “Terras do sem fim´, como uma radiografia ficcional da economia cacaueira. Os coronéis do livro anterior, porém, dão lugar a capitalistas arrojados, que encaram o cacau e seus plantadores como produto.

Jorge Amado – ABC de Castro Alves


A Editora Record publicou há alguns anos, o livro o ABC de Castro Alves que brevemente deve ter nova edição pela Cia das Letras, vamos aguardar. Veja sinopse abaixo:

Jorge Amado encontrava-se na região do Prata, em 1941, quando foi lançada a primeira edição do ABC de Castro Alves. Era um momento conturbado da história brasileira, então regida pela ditadura estado-novista, o que faz com que esta obra seja vista como uma importante contribuição para a reestruturação da democracia. O texto revela um rigor investigativo e um cuidado especial em narrar os passos mais importantes na vida do poeta Castro Alves, embora o próprio Jorge Amado tenha revelado que se permitiu liberdades nesta biografia, tomando-a “antes uma biografia do poeta que mesmo do homem”. Escrito em tom lírico e afetuoso, esta obra destaca-se entre as biografias de Castro Alves, um artista que nunca hesitou em envolver-se com os problemas dos homens. Jorge Amado restitui a autenticidade do poeta, situa-o em sua época e tem a vantagem de conhecer e compreender como ninguem o poeta-abolicionista. Certamente em nenhum outro autor poderia ser encontrada tamanha consciência militante de sua função pública nem tanto amor pelo homem e por sua obra.

Jorge Amado – O Milagre dos Pássaros


A Editora Record publicou há alguns anos, o livro O Milagre dos Pássaros de Jorge Amado, que já tem nova edição da Record, veja a sinopse abaixo:

Conhecido pelos romances, poucos sabem que Jorge Amado escreveu também pequenas jóias literárias, causos extraordinários que parecem contados numa mesa de bar.O conto O Milagre dos Pássaros, lançado em livro em 1979, narra um causo que se passa na cidade alagoana de Piranhas, às margens do São Francisco,”território de colhudos”, e pode ser lido como uma sátira marota das relações conjugais e extraconjugais no interior do nordeste. O milagre em questão é o que propicia a fuga espetacular do poeta e trovador Ubaldo Capadócio, recém-chegado à cidade, da ira homicida do capitão Lindolfo Ezequiel, quando este o encontra na cama com sua esposa, a bela e cobiçada Sabô.

Jorge Amado – O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá

A Editora Record publicou há alguns anos o livro O Gato Malhado e a Andorinha Sinhã de Jorge Amado, que já tem uma nova edição da Cia das Letras, veja sinopse abaixo:
Para presentear o filho no seu primeiro aniversário, em 1948, o escritor Jorge Amado criou esta história romântica. Nos anos 70 o pintor Carybé ilustrou o texto e a obra foi publicada, para deleite de outros pequenos leitores.
O temperamento do Gato Malhado não era nada bom: bastava aparecer no parque para todos fugirem. E ele ia tocando a vida com a indiferença habitual. Até que, chegada a primavera, o Gato nota que a Andorinha Sinhá não tem receio algum dele.Foi o suficiente para que dali nascesse a amizade dos dois, que se aprofunda com o tempo. No outono, os bichos já viam o Gato com outros olhos, achando que talvez ele não fosse tão ruim e perigoso, uma vez que passara toda a primavera e o verão sem aprontar. Durante esse tempo, até soneto o Gato escreveu. E confessou à Andorinha: Se eu não fosse um gato, te pediria para casares comigo. Mas o amor entre os dois é proibido,não só porque o Gato é visto com desconfiança, mas também porque a Andorinha está prometida ao Rouxinol. Jorge Amado colheu essa história de amor de uma trova do poeta Estêvão da Escuna, que a costumava recitar no Mercado das Sete Portas, em Salvador, e a colocou no papel com o tom fabular dos contos infanto-juvenis em 1948, quando vivia em Paris. Não era uma história para ser publicada, mas um presente para o filho, João Jorge, que completava um ano de idade. Guardado entre as coisas do menino, o texto só foi reencontrado em 1976. João Jorge entregou então a narrativa a Carybé, que ilustrou as páginas datilografadas.