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Arquivo para a categoria ‘Janete Clair’

Arthur Xexeo – Janete Clair: a Usineira de Sonhos

A Editora Relumé Dumará publicou o livro Janete Clair: a Usineira de Sonhos de Arthur Xexeo, que pode ser encontrado através do link da livraria submarino acima e tem a seguinte sinopse:
Sucesso de crítica e de público, a coleção prossegue com os mesmos ingredientes que a consagraram: personagens marcantes e marcados pelos cenários do Rio, onde eles próprios eternizaram as suas obras.
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Mauro Ferreira e Cleodon Coelho – Nossa Senhora das Oito: Janete Clair e a Evolução da Telenovela

A Editora Mauab publicou o livro Nossa Senhora das Oito: Janete Clair e a Evolução da Telenovela de Mauro Ferreira e Cleodon Coelho, que pode ser encontrado através do link da livraria submarino acima e tem a seguinte sinopse:
Durante a era de ouro das novelas, Janete mobilizava o telespectador. O livro Nossa Senhora das Oito traz depoimentos de atores eleitos pela autora, como Francisco Cuoco e Tarcísio Meira, além do diretor Daniel Filho, que juntamente com José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, ditava as regras das novelas nos anos 70 e 80. No prefácio, Boni relembra palavras de Janete: “Ela dizia: Uma novela não tem ingredientes, tem emoção. E ninguém melhor do que ela soube lidar com a emoção”.

Janete Clair – Selva de Pedra

A Editora Globo publicou em formato pocket Selva de Pedra de Janete Clair com adaptação de Mauro Alencar, que pode ser encontrado através do link da submarino acima ou nas máquinas de venda de livros no metrô em São Paulo e tem a seguinte sinopse:
Emocionando milhões de pessoas no Brasil e no exterior ao longo de mais de trinta anos com histórias inesquecíveis, as novelas da TV Globo podem proporcionar também agradáveis horas de leitura. É o que revela esta versão de Selva de Pedra, que ainda é capaz de, ao mesmo tempo, nos fazer sonhar e compreender nossa própria sociedade.
Selva de Pedra, de Janete Clair, um dos mais marcantes teledramas da história das novelas da TV Globo. Escrita em 1972, por Janete Clair, a novela foi novamente levada ao ar em 1986, confirmando o interesse do público pela elaborada trama imaginada por sua autora. Agora, ela ressurge em outro formato, romanceada 35 anos depois por Mauro Alencar, especialista em telenovelas no Brasil. O sucesso de Selva de pedra se deve a muitos fatores. Dentre eles, o registro de uma época importante para o Brasil e a construção de personagens que marcaram profundamente o público.Cristiano Vilhena (Francisco Cuoco) cresceu à sombra dos limites impostos pela religião exercida pelo seu pai, Sebastião (Mário Lago). Porém, sua ambição e sua revolta buscavam coisas que o fanatismo de Sebastião impedia. A morte de um rapaz, com quem Cristiano estava discutindo, força-o a fugir para o Rio de Janeiro. Fuga esta que o faz tomar contato com seu tio, o poderoso Aristides Vilhena (Gilberto Marinho), que oferece ao pobre rapaz do interior a possibilidade de galgar os primeiros degraus de uma difícil e vertiginosa escalada. A partir deste momento, sua ascensão será permeada por duas belas e interessantes mulheres, a escultora Simone Marques (Regina Duarte) e Fernanda (Dina Sfat), e entrelaçada a outros personagens que também buscam o lugar ao sol, como Miro (Carlos Vereza), Caio (Carlos Eduardo Dolabella) e Jorge (Edney Giovenazzi). Quanto mais se aproxima do sucesso sonhado, da realização material, menos Cristiano é humano. Passa a ser a explicação exata de uma escultura da famosa Simone Marques: O Homem na Selva de Pedra um ser tortuoso, aprisionado em suas próprias paixões. Todo este jogo, entre um retrato das complexidades da personalidade do indivíduo atual e o conflito entre o ser e o ter, ganha com o livro uma nova visibilidade.