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Arquivo para a categoria ‘Inéditos’

Ricardo Tiezzi – O Sorriso da Morte

A Editora Geração Editorial está lançando o livro O Sorriso da Morte de Ricardo Tiezzi que tem a seguinte sinopse:
A vida se resume a sexo e violência, define um dos policiais. Ao fim e ao cabo, quem matou pode ser não mais que um pretexto para se compreender a angústia da vida. Em O Sorriso da Morte um lance de humor pode aparecer durante a mais repugnante violência. Um diálogo irônico pode nos fazer rir diante de corpos retalhados. E quando tudo parece caminhar com leveza é apenas o sinal de que mais uma queda está para acontecer. Essa obra foi inspirada na vitoriosa série exibida pelo canal Fox 9mm: São Paulo.

Anders Roslund & Borge Hellstrom – A Besta

A Editora Plana acaba de lançar o livro A Besta de Anders Roslund & Borge Hellstrom que tem a seguinte sinopse:
Duas crianças são encontradas mortas em um porão. Quatro anos depois o assassino escapa da prisão. A polícia sabe que, se ele não for localizado rapidamente, matará novamente. Quando seus piores temores tornam-se realidade e outra criança é brutalmente assassinada nos arredores de uma pequena cidade, a situação sai totalmente de controle. Na atmosfera histérica provocada pela mídia, Fredrik Steffansson, pai da criança assassinada, decide vingar-se e saí à caça. Suas ações terão conseqüências devastadoras. Enquanto a raiva e a indignação espalham-se por todo o país, os dois detetives responsáveis pelo caso encontram-se em um violento quebra-cabeças. O mal, como se sabe, pode espalhar-se com grande rapidez.Uma história perturbadora e profundamente chocante criada pela dupla que já é um fenômeno mundial, Roslund e Hellström, sobre o que pode ocorrer quando tomamos a justiça em nossas mãos.

Phillip Roth – Indignação

A Cia das Letras acaba de lançar o livro Indignação de Phillip Roth que tem a seguinte sinopse:
Neste romance, Philip Roth surpreende críticos e leitores com uma história que escapa completamente à temática de seus últimos trabalhos, como Homem comum e o Fantasma sai de cena, que versavam sem meios tons sobre o fim da vida e suas mazelas físicas e espirituais. O que temos agora é a experiência iniciática de um jovem de dezoito anos, Marcus Messner, nascido e criado em Newark, Nova Jersey, esbanjando vigor, ambição, ousadia e desejos irrefreáveis ao ingressar na vida adulta.Filho único de um açougueiro kosher superprotetor, Messner busca uma faculdade do Meio-Oeste americano, bem longe de casa, o que lhe permite escapar da sufocante vigilância do pai, da medíocre universidade local onde cursara o primeiro ano e de suas funções como ajudante no açougue. Corre o ano de 1951, e os Estados Unidos enfrentam uma guerra cruenta na Coreia, conflito que paira como ameaça letal sobre o agora segundanista de direito em risco de ser convocado para lutar no front, caso não consiga se destacar nos estudos acadêmicos e no curso para o oficialato. Furtando-se, pois, a vícios, prazeres e uma vida social universitária, o personagem-narrador se entrega aos estudos de forma a jamais tirar menos que 10 em todas as matérias. Entretanto, um poderoso obstáculo se interpõe nos planos de Messner: seu próprio temperamento, irredutível a convenções hipócritas, como assistir a preleções obrigatórias sobre a Bíblia na igreja evangélica do campus e participar do mundinho das fraternidades. Isso sem contar a irrupção anárquica do sexo e do amor em sua vida, na figura tão adorável quanto enigmática de sua colega de classe Olivia Hutton.Indignação demonstra com sutil maestria as vias insuspeitas que conduzem eventos e escolhas aparentemente banais na vida de um jovem a resultados de uma gravidade desproporcional. Roth exibe neste romance curto, mas de enorme densidade humana, social, política e literária, um inconformismo explosivo de adolescente em busca de seus próprios caminhos na vida, alguns dos quais poderão incitar a ira vingativa de uma sociedade conservadora gerida por mentes tacanhas.

Marion Zimmer Bradley & Diana L. Paxson – Os Corvos de Avalon

A Editora Rocco está publicado o livro Os Corvos de Avalon de Marion Zimmer Bradley e desenvolvida por sua colaboradora Diana L. Paxson que tem a seguinte sinopse:
Mulheres fortes que desafiam o poder para defender seu povo e suas crenças são as protagonistas de Os corvos de Avalon, mais um volume da saga fantástica imaginada por Marion Zimmer Bradley e desenvolvida por sua colaboradora Diana L. Paxson. A lendária rainha celta Boudica, que liderou uma revolta contra os invasores romanos, mistura-se a personagens ficcionais no livro, que relata sua amizade com a sacerdotisa druida Lhiannon.
Segundo Diana L. Paxson, este é o livro de Mario Zimmer Bradley com maior cuidado às referências históricas. Afinal, Boudica tornou-se uma figura lendária cultuada pelos britânicos que chegaram a relacioná-la, no século XIX, à rainha Vitória, a soberana que esteve no poder por quase 40 anos – o mais longo reinado entre os monarcas britânicos. Partindo de uma idéia de Marion Zimmer Bradley, de que os chefes nativos da Britânia enviariam seus filhos para estudar em Avalon, Diana desenhou uma ligação entre Boudica e Lhiannon, criando um romance histórico entrelaçado ao universo de fantasia criado por Marion, apresentando as origens do que seria a lenda de Camelot, do Rei Artur e dos Cavaleiros da Távola Redonda.
O livro apresenta a conquista da Britânia pelos romanos pela ótica das jovens Lhiannon e Boudica, que se conhecem na ilha de Mona (hoje, Anglesey), um importante santuário druida, a noroeste do atual País de Gales. Atendendo a interesses políticos, Boudica se casa com o Prasutagos, rei dos icenos, que viviam na atual região de Norfolk. Lhianon, que vive o dilema de assumir seu amor por um outro sacerdote ou manter-se virgem e casta para atender ao desejo de chegar ao posto de grande sacerdotisa, vai encontrar a amiga quando Prasutagos morre. Boudica protesta quando suas terras são tomadas pelos romanos, que, em represália, violentam suas duas filhas. A rainha, então, conclama as tribos a lutarem contra os invasores.
No ano 61 da era cristã, a crise deflagrada por Boudica quase levou os romanos a abandonarem as terras britânicas. Um símbolo de resistência e coragem, a rainha lendária, cujo nome significa vitoriosa, teve sua personalidade e atos exaltados por historiadores romanos, como Tacitus e Cassios Dio. Entre 70 mil e 80 mil pessoas morreram nas cidades Camulodunon (atualmente, Colchester), Londinium (Londres) e Verlamion (St. Albans). O centro comercial Londinium foi abandonado para os rebeldes, que a incendiaram, matando quem não havia fugido com o governador Suetônio.
Em Os corvos de Avalon, quando Boudica é derrotada por Suetônio, ela pede a Lhiannon que zele por sua família. Os corvos do título são os rapazes que formam a Sociedade dos Corvos – mostrada por Marion Zimmer Bradley em A Casa da Floresta –, integrada pelos filhos das sacerdotisas violentadas por soldados romanos no ataque à Mona. Com esta bem contada história épica, que mescla mito e fantasia, Diana Paxson homenageia Bradley, criadora de personagens femininas tão fortes quanto a inesquecível Morgana, do primeiro livro da série que há décadas encanta milhões de leitores.

Revanil Bertelli – O Colecionador de livros


A Editora Novo Século publicou o livro O Colecionador de Livros de Revanil Bertelli que a seguinte sinopse:

O Colecionador de Livros retrata a vida de Kiwan, um chinês nascido em meio à miséria numa cidade no interior. Quando jovem Kiwan parte para Pequim em busca de melhores condições de vida, deixando para trás toda família, inclusive o avô, um sábio chinês extremamente apegado ao neto.
Em Pequim Kiwan vê a oportunidade de se tornar rico e sua ambição faz com que ele se envolva com os mais diversos meios para se obter dinheiro e alcançar o sucesso.
O Colecionador de Livros revela as reviravoltas na vida de Kiwan na grande capital chinesa e o preço que ele pagou por sua ambição desmedida.

David Gilmour – O Clube do Filme

A dica de hoje foi dada pela escritora Martha Medeiros e fui publicada no seu blog e comenta o livro O Clube do Filme de David Gilmour.

Sem energia elétrica e sem internet durante horas a fio. Foi assim que fiquei hoje desde cedo. Quase surtei, porque tinha dois textos para enviar ao jornal Zero Hora e ainda precisava revisá-los, e o prazo de entrega se esgotando. Mas mágica eu não podia fazer, só me restava esperar pela benevolência suprema. Enquanto a energia elétrica não voltava, resolvi pegar um livro – e não consegui soltá-lo mais até chegar na última página.
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Estou falando de O Clube do Filme, do canadense David Gilmour. Pra quem gosta de cinema, é um deleite. Pra quem gosta de cinema e vida pulsante, é um deleite duplo.
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É uma história real do autor. Ele tem um filho chamado Jesse. Pois Jesse, aos 16 anos, não queria nada com a escola. Era um garoto inteligente, mas totalmente desinteressado pelos estudos. Tirava notas péssimas e estava a ponto de levar bomba. Estava na cara que nunca iria se motivar, então o pai tomou uma atitude radical. Propôs ao guri: quer largar o colégio, largue. E não precisa trabalhar. Mas em troca, você vai assistir três filmes por semana comigo. Filmes que eu indicar, e tem que assistir até o final. Ou isso, ou nada feito. O guri topou na hora.
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O próprio pai questionou muitas vezes essa sua atitude. Não estaria pavimentando o fracasso do seu filho? Não estaria sendo irresponsável? Ou simplesmente preguiçoso? Cheio de dúvidas, resolveu ir adiante. E aí, meus caros, a gente começa a entender como há outras formas de se resgatar uma pessoa que está à toa na vida.
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É bárbaro ver pai e filho comentando filmes que a gente já viu, ou que já ouviu falar: dá vontade de correr pra locadora mais próxima. Mas o bacana é ver a importância do tempo compartilhado entre os dois. Cada filme abre o leque para se discutir sobre diversos assuntos: namoradas, drogas, música, dor-de-cotovelo, trabalho, amizades, tudo! As inseguranças do garoto em relação às mulheres é tratado com muita delicadeza e realismo. Geralmente nos deparamos com personagens exalando virilidade e autoconfiança, quando sabemos que adolescentes entre os 16 e 18 anos não sabem direito como lidar com a rejeição e com essas novas garotas donas do mundo.
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O livro é sobre a dificuldade e a emoção de crescer, de virar um adulto. Agora imagine aprender um pouco da vida com seu pai através dos comentários dele sobre Clint Eastwood, Jack Nicholson, Sharon Stone, Woody Allen, Marlon Brando, Tarantino… Há espaço pra tudo: filmes de terror, suspense, westerns, trash, blockbusters. Uma viagem!
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Recomendo entusiasmada. O livro é engraçado, é terno, é verdadeiro e não tem nada de didático, não é para cinéfilos profissionais: é para todos nós, leigos e apaixonados pela sétima arte. Está sendo lançado pela editora Intrínseca.
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Boa leitura e beijos!

Timothy W. Ryback – A Biblioteca Esquecida de Hitler

A Cia das Letras está publicando A Biblioteca Esquecida de Hitler de autoria de Timothy W. Ryback que tem a seguinte sinopse:
Sabe-se que as três bibliotecas particulares de Adolf Hitler, localizadas em Berlim, Munique e no refúgio de Obersalzberg, nos Alpes bávaros, chegaram a abrigar mais de 16 mil volumes. O mais enigmático dos genocidas do século xx possuía coleções completas de Shakespeare, Goethe, Schiller, Kant e Fichte, encadernadas com ostensivo luxo e assinaladas com o característico ex-libris nacional- socialista. Livros sobre ocultismo e misticismo racial também despertavam a atenção do leitor assíduo, porém caótico, que se vangloriava de ler ao menos um livro por dia.Timothy W. Ryback, autor de The last survivor: legacies of Dachau, premiado em 2003 com o Hans Rosenberg Book Prize, dá merecido destaque aos livros que influenciaram a escrita de Mein Kampf na célebre prisão de Landsberg, depois do putsch frustrado de 1923, mas não deixa de mencionar curiosos volumes presenteados por admiradores e bajuladores, trechos assinalados por Hitler nas margens dos livros ou detalhes como a presença física do ditador num fio de cabelo encontrado em meio às páginas envelhecidas. Durante oito anos de incansável pesquisa em coleções públicas e particulares nos Estados Unidos e na Europa, Ryback rastreou desde os livros lidos pelo obscuro cabo-mensageiro Hitler, nas trincheiras da Primeira Guerra Mundial, até as consoladoras leituras dos dias finais no bunker de Berlim, em 1945. O trabalho do historiador e diplomata norte-americano foi altamente elogiado por Ian Kershaw, o maior especialista em Adolf Hitler da atualidade.