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Arquivo para a categoria ‘Flávio Braga’

Flávio Braga – Coleção Placere

A Editora Best Seller do Grupo Record publicou recentemente 3 livros de Flávio Braga, todos podendo ser encontrados no link da submarino acima, veja as sinopses abaixo:

Sade em Sodoma – O movimento pendular que a moral literária percorre faz com que um autor morto há três séculos se apresente menos recatado do que a maioria dos criadores contemporâneos. O fenômeno se dá um tanto pela opressão de instituições vetustas, como a Igreja e os Tribunais, e outro tanto por modismos e opções estéticas. O certo é que ninguém desbancou Sade, por exemplo, na habilidade de expor os escândalos do prazer ou Petrônio em desnudar a vida das ruas na Antiguidade.Utilizar a matéria-prima criada por esses mestres é a tentação a que o autor não resistiu. O clássico Os 120 dias de Sodoma, que serve de base à presente novela, é um livro maldito. Esteve proibido durante séculos. Sua trama revela uma orgia, com o prazo estipulado pelo título, em que a elite da nobreza, do clero e das forças armadas exercem a libertinagem mais desbragada.
Eu, Casanova, confesso – O mais célebre sedutor que se conhece, Giacomo Girolamo Casanova, era escritor de romances mas se tornou famoso por sua autobiografia. As mais de mil páginas que deixou, narrando sua vida, sofrem do mal das opiniões que temos de nós mesmos: são benevolentes e escondem o que o envergonhava. Alguns dias antes de abandonar a vida de prazeres que descreveu, Casanova sucumbiu à tentação de se confessar e durante seis horas falou a um cura.Ora, a informação é de enorme valor para Flávio Braga, que nos remete a outro Casanova, tão libertino como o primeiro, porém bem mais realista. Afinal, quem pagou suas constantes viagens por toda a Europa? De onde vinha sua fonte de renda? Tudo foi confessado na hora da verdade e, lendo nas entrelinhas, pode-se verificar que tudo estava lá nas suas memórias. O leitor acompanha essas aventuras amorais como um documento de época. O testamento dos libertinos.

Enquanto Petrônio morre – O Imperador Nero foi o responsável pelo suicídio de Petrônio. O grande autor foi vítima de intrigas palacianas, mas o texto que escreveu sobre o submundo de Roma sobreviveu e alçou seu nome à eternidade. O romance Satíricon serve de base para Flávio Braga recriar o dia em que Petrônio morre. Uma Roma de espetáculos sangrentos entre gladiadores e escravos e onde as casas de banho se assemelhavam muito às saunas gays de nossas grandes cidades.As aventuras de dois marginais pela noite romana conduzem o leitor aos diversos níveis da vida do povo na Antiguidade, quando o valor da vida e dos prazeres estava muito ligado ao poder total das elites.
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