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Arquivo para a categoria ‘Federico Andahazi’

Federico Andahazi – O Conquistador

A Editora Planeta publicou o livro O Conquistador de Federico Andahazi, que pode ser encontrado no site da submarino no link acima e tem a seguinte sinopse:
Depois do sucesso de A cidade dos hereges e O anatomista, o escritor Federico Andahazi volta a surpreender com uma narrativa audaciosa e cheia de imaginação sobre um tempo em que o mundo teve a oportunidade de ser outro. Vencedor do Prêmio Planeta 2006, O conquistador mostra um modo diferente de ver e entender a história, levando-nos a uma viagem incrível, marcada por vingança e reivindicação cultural. Antes mesmo de Copérnico, ele traçou o ciclo de rotação da Terra ao redor do sol. Antes de Da Vinci, projetou engenhocas que pareciam absurdas para seus contemporâneos. Antes de Colombo, percebeu o formato da Terra. Como se não bastasse, foi o descobridor da Europa. Seu nome: Quetza, o Ressuscitado. As grandes descobertas desse herói antigo recheiam as páginas deste maravilhoso livro compondo um história de aventuras como há muito não se via. Como seriam as coisas se a história não tivesse sido como acreditamos que foi?

Federico Andahazi – A Cidade dos Hereges

A Editora Planeta publicou o livro A Cidade dos Hereges de Federico Andahazi, que pode ser encontrado no site da submarino no link acima e tem a seguinte sinopse:
Em A Cidade dos Hereges o aclamado autor argentino Federico Andahazi visita a Idade Média para corroer as bases do cristianismo. Tenta, segundo o próprio autor, “responder quais dogmas determinam os nossos comportamentos no cotidiano”. Com maestria, Andahazi escreve uma história envolvente e apaixonante sobre os segredos do Sudário de Turim. Conhecido e reconhecido por O anatomista, Andahazi volta a chocar seus leitores com A cidade dos hereges, considerado uma das obras mais polêmicas de 2006. Com um enredo fascinante, o livro traz a filha de um religioso como protagonista de uma revolta religiosa. A jovem se opunha à vontade do pai de construir uma igreja para seu próprio proveito. A luta entre o poder político e o eclesiástico, cada qual com suas estratégias, é mostrada de maneira magistral pelo autor, que torna vísivel a face mais escura da natureza humana. Por trás dos muros dos mosteiros medievais, o que marca as orações noturnas é o sexo, junto com a falsidade que impera entre os religiosos. Para o autor, o grande problema da Instituição é não saber lidar com aquilo que está escrito na Bíblia, que não é tolerada por alguns setores e membros da Igreja.