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Arquivo para a categoria ‘Carlos Drummond de Andrade’

Carlos Drummond de Andrade – De Notícias e Não-Notícias Faz-se a Crônica

A Editora Record lançou De Notícias e Não-Notícias Faz-se a Crônica de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:
Sessenta e oito crônicas publicadas inicialmente no Jornal do Brasil (RJ). Montado como um jornal, é um painel de sensações, emoções e reflexões de Carlos Drummond de Andrade diante do cotidiano.

Carlos Drummond de Andrade – A Bolsa e a Vida

A Editora Record lançou A Bolsa e a Vida de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:

“O título A bolsa e a vida não deve ser interpretado em sentido truculento. A bolsa é uma bolsa modesta de comerciária, achada num coletivo. E a vida é isso e tudo mais que o livro procura refletir em estado de crônica, isto é, sem atormentar o leitor — apenas, aqui e ali, recordando-lhe a condição humana”. A explicação é do próprio autor, e define bem o caráter do livro de sua atividade como cronista. Drummond fala de crianças, do custo de vida, da praia, da cidade, do ócio, dos amigos, do pó da estrada, do homem, da vida, enfim. O autor costumava dizer que era poeta por prazer e cronista, quando escrevia na imprensa, por obrigação profissional. Seja como for, A bolsa e a vida prova que foi brilhante em ambos.

Carlos Drummond de Andrade – A Falta que Ama

A Editora Record lançou A Falta que Ama de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:
Livro escrito em 1968, traz uma poesia mais madura e cheia de reflexões sobre a humanidade. A precariedade da existência, a busca pelo amor, pelo sonho e pela vida são alguns dos temas caros ao poeta mineiro.

Carlos Drummond de Andrade – O Poder Ultrajovem

A Editora Record lançou O Poder Ultrajovem de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:
Reunião de mais de 70 crônicas de Carlos Drummond de Andrade publicadas em jornais nos 64 anos em que trabalhou como cronista. Nelas, o destaque é a preocupação do escritor com a natureza e os animais.

Carlos Drummond de Andrade – Cadeira de Balanço

A Editora Record lançou Cadeira de Balanço de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:
Seleção de crônicas lançada originalmente em 1966, CADEIRA DE BALANÇO é relançada agora com novo projeto gráfico e prefácio de Cíntia Moscovich. O livro reúne textos que foram publicados em colunas do Jornal do Brasil e, como diz o autor, em “livros de autoria múltipla”.
Todas as crônicas, sem exceção, são exemplares do estilo particularíssimo fundado por Drummond, que a uma aguda e impiedosa percepção da realidade agrega o talento de narrador, o manejo sofisticado da língua e fartas porções de bom humor. Como na poesia, o escritor é absolutamente brilhante e fecundo.
Como diz o cronista: “Cadeira de balanço é um móvel da tradição brasileira que não fica mal em apartamento moderno. Favorece o repouso e estimula a contemplação serena da vida, sem abolir o prazer do movimento.” Assim se sente o leitor ao se deparar com as palavras e situações que Drummond lhe traz.
Sem nunca permanecer datado, Drummond transcende o episódico, realizando na prosa um programa de excelência formal e de uma perseguida sofisticação de meiosO cronista convida o leitor a se acomodar para ler este volume. Como em suas palavras: “Vamos sentar.”

Carlos Drummond de Andrade – Tempo Vida e Poesia

A Editora Record lançou Tempo Vida e Poesia de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:
Sem pretensões, Carlos conta suas memórias para sua amiga, Lya. No caso, Carlos é Carlos Drummond de Andrade, considerado o maior poeta brasileiro, e a conversa informal na verdade é uma série de bate-papos radiofônicos transmitidos aos domingos no programa de Lya Cavalcanti, o PRA-RJ, da Rádio do Ministério a Educação e Cultura. Em uma situação dessas, poderia-se esperar grandes análises sobre a arte, a sociedade, a juventude. Mas Carlos faz questão de frisar: são apenas “memórias literárias”. Uma conversa sobre nada em especial. Sobre tempo, vida, poesia. TEMPO, VIDA, POESIA foi lançado pela primeira vez em 1986 e ganha agora nova edição. No livro, temos a transcrição dessa conversa que mostra um pouco das visões desse gênio da literatura que mostra, com sua descontração, como o simples pode ser grande.

Carlos Drummond de Andrade – Alguma Poesia

A Editora Record lançou Alguma Poesia de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:
Para dar início às comemorações do centenário de nascimento do maior poeta brasileiro, Carlos Drummond de Andrade, a Editora Record decidiu republicar todas as obras do poeta em edições especiais, com novo projeto gráfico, além de cronologia e bibliografia atualizadas. Apresentando cada livro, prefácios escritos por aclamados críticos literários. O primeiro título a ser relançado é ALGUMA POESIA, publicado originalmente em 1930— somente 500 exemplares foram feitos, sob o selo imaginário Edições Pindorama. A edição seguinte foi lançada em 1940, sob o título de Sentimento do Mundo, agrupando as obras Alguma Poesia, Brejo das Almas e Sentimento do mundo. Quem assina o prefácio é Manuel Graña Etcheverry, responsável pela tradução da obra do poeta para o espanhol. Em ALGUMA POESIA, Drummond adota a forma livre do verso, libertando-se de regularidades, rimas e planos cartesianos, abrindo espaço para o apelo visual em poesias. Também deixa de lado a metáfora, buscando uma objetividade e simplicidade que tornaram sua linguagem poética seca, quase jornalística, mas ainda sim, riquíssima. O primeiro livro de Drummond revelou uma nova ótica, uma forma mais do que original de ver o mundo e de ver a si próprio. Inaugurou novos rumos para a poesia no país, sem dúvida, influenciado pelos modernos ventos da Semana de Arte Moderna de São Paulo. ALGUMA POESIA é um marco na história da poesia brasileira.

Carlos Drummond de Andrade – A Paixão Medida

A Editora Record lançou A Paixão Medida de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:

A paixão medida surgiu em 1980. Dois anos depois, ao completar 80 anos, Drummond viu-se surpreendido por uma seqüência de homenagens, às quais, quebrando seu habitual retraimento, compareceu, emocionado. A emoção, naturalmente, devia-se a ter se tornado explícito o quanto ele era conhecido e admirado pelo público, e, algo extraordinário dentro de nosso panorama cultural, o quanto e por quanta gente era amado. Nada mais apropriado em relação a esse poeta que soube como ninguém verter sua perplexidade diante do mundo e sua fragilidade tão sensível, em amor à vida, às pessoas e ao cotidiano, que observava avidamente, e daí em poesia. Em A paixão medida, temos Drummond pelas ruas perguntando-se sobre a natureza do que vê: “Como é o lugar/quando ninguém passa por ele?/ Existem as coisas sem ser vistas?”… E as respostas, não pretende dá-las, de fato, porque se coloca como aquele que aborda enigmas, ou os revela, ciente de que sua palavra não os desvenda: “A pretensão de ser homem/ e não-coisa ou caracol/ esfacela-me em frente à folha/ que cai, depois de viver/ intensa, caladamente…”. Não existe matéria indigna da poesia. A vida é poética, também em seus detalhes mínimos, a quem se deixa seduzir por ela. Um fascínio que será então contido em versos, sem outra pretensão do que a de oferecer essa paixão medida a seus leitores, já que …”tudo o mais é sentimento ou fingimento/ levado pelo pé, abridor de aventura,/conforme a cor da vida no papel”.

Carlos Drummond de Andrade – José & Outros

A Editora Record lançou José & Outros de Carlos Drummond de Andrade que tem a seguinte sinopse:
Reunião dos livros: José, Novos poemas e Fazendeiro do ar, este volume traz o poema “José” que criou a expressão “E agora, José?”. Os 3 livros nos fazem perceber como a elaboração da poesia se dá no nível dos poemas, na sua organização, no processo de sua seqüência e como eles se sucedem e se articulam.